terça-feira, 29 de dezembro de 2015




 Motivos para não termos Árvore de Natal e não desejarmos Feliz Natal a ninguém. 

A leitura é um pouco extensa, mas se você ler com atenção principalmente o item 6, você nunca mais verá o Natal do mesmo jeito.

1-  Porque a Bíblia não manda celebrar o nascimento.

2-  Porque Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Esta data foi designada por Roma numa aliança pagã no século IV. A primeira intenção era cristianizar o paganismo e paganizar o cristianismo, de acordo com o calendário Judaico Jesus nasceu em setembro ou outubro.

3- A igreja do Senhor está vivendo a época profética da festa dos tabernáculos, que significa a preparação do caminho do Senhor, e, se você prepara o caminho para Ele nascer, não prepara para Ele voltar.

4- O natal é uma festa que centraliza a visão do palpável e esquece do que é espiritual. Pra Jesus o mais importante é o Reino de Deus que não é comida nem bebida, mas justiça e paz no espírito.

5- Porque o natal se tornou um culto comercial que visa render muito dinheiro. Tirar dos pobres e engordar os ricos. É uma festa de ilusão onde muitos se desesperam porque não podem comprar um presentinho para os filhos.

6-  Porque esta festividade está baseada em culto à falsos deuses nascidos na Babilônia. Então, se recebemos o natal pela igreja católica romana, e esta por sua vez recebeu do paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual a origem verdadeira?
O natal é a principal tradição do sistema corrupto, denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode. Na verdade suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio.
Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro  fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo - Sistema de Competição Organizado - de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em hebraico, deriva de “Marad” que significa “ele se rebelou, rebelde”.
Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje.
Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simboliza o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.
Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, e esta é a verdadeira origem da “árvore de natal”.

Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo) transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da “virgem e o menino” espalhou-se pelo mundo afora; o presépio é uma continuação do mesmo em nossos dias, mudando de nome em cada  país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete, encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo.

7- Esta festa não glorifica a Jesus pois quem a inventou foi a igreja católica romana, que celebra o natal diante dos ídolos (estátuas). Jesus é contra a idolatria e não recebe adoração dividida.

8- Porque os adereços (enfeites) de natal são verdadeiros altares de deuses da mitologia antiga que (que são demônios): Árvore de Natal – é um ponto de contato que os demônios gostam. No ocultismo oriental os espíritos são invocados por meio de uma árvore. De acordo com a enciclopédia Barsa, a árvore de natal é de origem germânica, datando o  tempo de São Bonifácio, foi adotada para substituir o sacrifício do carvalho de ODIM, adorando-se uma árvore em homenagem ao Deus menino. Leia a bíblia e confira em Jeremias 10:3,4; I Reis 14:22,23; Deuteronômio 12:2,3; II Reis 17:9,10; Isaías 57:4,5; Deuteronômio 16:21 e Oséias 4:13.
As velas acendidas – faz renascer o ritual dos cultos ao deus sol.
As guirlandas – são símbolos da celebração memorial aos deuses, significam um adorno de chamamento e legalidade da entrada de deuses.
A Bíblia nunca anunciou que Jesus pede guirlandas, ou que tenha recebido guirlandas no seu nascimento, porque em Israel já era sabido que fazia parte de um ritual pagão. O presépio – seus adereços estão relacionados diretamente com os rituais ao deus-sol. É um altar de incentivo à idolatria, que é uma visão pagã.
A Palavra de Deus nos manda fugir da idolatria (I Coríntios 10:14,15; Gálatas 5:19,21). Papai Noel – é um ídolo, um santo católico chamado Nicolau, venerado pelos gregos e latinos em dezembro, sendo que sua figura é a de um gnomo buxexudo e de barba branca. O gnomo de acordo com o dicionário Aurélio é um demônio da floresta.
Troca de presentes – na mitologia significa eternizar o pacto com os “deuses”.
Ceia de Natal – um convite à glutonaria nas festas pagãs ao deus-sol o banquete era servido a meia-noite.

9- O natal de Jesus não tem mais nenhum sentido profético pois na verdade todas as profecias que apontavam para sua primeira vinda à terra já se cumpriram. Agora nossa atenção de se voltar para sua Segunda vinda.

10- A festa de natal traz em seu bojo um clima de angústia e tristeza, o que muitos dizem ser saudades de Jesus, mas na verdade é um espírito de opressão que está camuflado, escondido atrás da tradição romana que se infiltrou na igreja evangélica.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015



Panorama da Bíbia  - Gênesis      


À partir de Hoje desfrutaremos da enriquecedora série de Estudos Panorama da Bíblia! De Gênesis a Apocalipse!

Cortesia Universidade da Bíblia ®

1º -LIVRO DE GÊNESIS

"Ora disse O SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela..." - Gênesis 12:1

Sua Importância

Tudo provém de uma causa, e a causa explica o efeito. Revelando-nos a origem de todas as coisas, o Gênesis desvenda-nos as causas profundas dos grandes fatos da história. Contem o cerne de todas as verdades bíblicas. Ele é o fundamento do Templo da Revelação. Se o suprimíssemos da Bíblia, todo o edifício desmoronaria.

O título do original hebraico é sugestivo: "No princípio" (1:1). Efetivamente o Gênesis é a introdução inspirada da Palavra divina.

O livro dos começos

Sendo assim, ele revela o tempo, saindo da eternidade; o universo, emergindo do caos; o homem, surgindo da mão do Criador. Descreve o aparecimento do pecado no jardim do Éden, a origem do sofrimento e da morte, o começo da civilização, da indústria, das artes (Gênesis 4), dos povos (Gênesis 10), das línguas (Gênesis 11). Finalmente, apresenta-nos as primícias da raça eleita: Abraão, Isaque, Jacó, José.

O Gênesis é também o preâmbulo inspirado das grandes intervenções de Deus, a respeito de Suas criaturas.

Suas primeiras promessas (Gênesis 3:15; 8:21-22; 12:3).
Suas primeiras testemunhas (4:4; 5:24; 6:8-9
Seus primeiros julgamentos (3:14-19; 7:21-23; 11:6-9; 19:24-25
Suas primeiras alianças (9:8-17; 17:3-14
Seus primeiros compromissos com Israel (12:2-3; 15:18-21; 48:21; 50:24, etc).
Suas primeiras afirmações quanto à vinda de um Salvador para o mundo (3:15; 12:2; 22:15-18 ;49:10, etc

O conteúdo do livro

Os acontecimentos históricos narrados pelo primeiro livro de Moisés desenrolam-se durante um período de mais ou menos 24 séculos. Suas seções literárias originais são marcadas por onze menções sucessivas de uma nova criação, geração ou posteridade.

1:1 – a terra
24 – o homem
5:1 – a raça
– Noé
1 – os filhos de Noé
11:10 – Sem
11:27 – Abrão
25:12 – Ismael
25:19 – Isaque
36:1 – Esaú37:2 – Jacó

Todavia a importância dessas divisões se atenua diante da grandeza progressiva da mensagem espiritual de Gênesis, que se projeta em três grandes perspectivas:

1. Geração (Cap. 1-2)

a) natureza (1:1-25) - Apesar de ser de uma simplicidade extraordinária, o relato da criação permanece em perfeito acordo com os dados científicos mais recentes; a aparição da luz precede à do disco solar; os vegetais são anteriores aos animais; os grandes peixes antecedem aos mamíferos e ao homem.

b) o homem (1:26 a 2:25) - Na origem, Adão é uma criatura maravilhosa, capaz de dominar todos os animais. Vive em pleno acordo com Deus, no mais belo dos jardins, não conhecendo nenhuma das limitações naturais ou das moléstias físicas causadas pelo pecado.

2. Degeneração (Cap. 3-11)

O pecado que mancha tudo em nossas vidas, encontra-se igualmente na origem de todos os males da humanidade.

Pela desobediência, Adão perde o contato com Deus e herda o jugo do sofrimento (Gênesis 3), a primeira família fica marcada pelo homicídio (Gênesis 4) e os primeiros indivíduos da raça sucumbem à morte (Gênesis 5); a sociedade se corrompe a tal ponto (Gênesis 6) que Deus precisa julgá-la e exterminá-la (Gênesis 7); Noé e os seus, apenas saem da arca (Gênesis 8), e já reaparecem os sintomas do vício, inato no coração do homem (Gênesis 9); as nações em estado embrionário não escapam à infecção do mal (Gênesis 10) e, diante da primeira manifestação de seu orgulho coletivo, o Todo-Poderoso lhes confunde a linguagem e os dispersa por toda aterra (Gênesis 11).

3. Regeneração (Cap. 12-50)

Contudo, se por um lado a degeneração feriu sucessivamente o homem, a família, a sociedade e as nações, Deus, por outro lado, vai construir Sua obra, retomando o edifício pela base.

Escolhe um homem, Abrão; afasta-o de seu país, para revelar-lhe Seus planos de graça em favor do mundo (Gênesis 12-24); estabelece uma família, os patriarcas, separando-a dos povos vizinhos, para manifestar-lhe Seus atributos divinos (Gênesis 25-36); preserva a sociedade da fome, servindo-se de José (Gênesis 37-41), o escravo vendido por seus irmãos, mas que Deus suscitou para salvar a nação eleita (Gênesis 42-50).

Conclusão

O Gênesis começou introduzindo-nos na presença do Deus eterno, fonte de todo o poder criador (1:1), mas terminou na atmosfera sepulcral de um ataúde no Egito (50:26). Entretanto, o cerne da vida foi depositado neste túmulo! Israel ressuscitará dele; sairá vitorioso do país dos Faraós. O primeiro livro de Moisés constitui, pois, o prólogo indispensável do segundo: o Êxodo.

Glossário

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Até os próximos e aguardados estudos do Panorama Da Biblia!

A sua necessidade de conhecimento é a nossa razão de existir.

No Amor de Cristo, Jesus


Equipe/
Universidade da Bíblia ®


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Os 10 Princípios Básicos da interpretação da Bíblica


Eis aqui os dez princípios que devem ser seguidos por quem deseja interpretar corretamente a Bíblia:


1° - denomina-se princípio da unidade escriturística. Sob a inspiração divina a Bíblia ensina apenas uma teologia. Não pode haver diferença doutrinária entre um livro e outro da Bíblia.

2° - Deixe a Bíblia interpretar a própria Bíblia. Este princípio vem da Reforma Protestante.

3° - Jamais esquecer a Regra Áurea da Interpretação, chamada por Orígenes de Analogia da Fé. O texto deve ser interpretado através do conjunto das Escrituras e nunca através de textos isolados.

4° - Sempre ter em vista o contexto. Ler o que está antes e o que vem depois para concluir aquilo que o autor tinha em mente.

5° - Primeiro procura-se o sentido literal, a menos que as evidências demonstrem que este é figurado.

6° - Ler o texto em todas as traduções possíveis - antigas e modernas.
Muitas vezes uma destas traduções nos traz luz sobre o que o autor queria dizer.

7° - Apenas um sentido deve ser procurado em cada texto.

8° - O trabalho de interpretação é científico, por isso deve ser feito com isenção de ânimo e desprendido de qualquer preconceito. (o que poderíamos chamar de "achismos").

9° - Aprender a ler cuidadosamente o texto e fazer algumas perguntas relacionadas com a passagem para chegar a conclusões circunstanciais. Por exemplo:

a) - Quem escreveu?

b) - Qual o tempo e o lugar em que escreveu?

c) - Por que escreveu?

d) - A quem se dirigia o escritor?

e) - O que o autor queria dizer

10° - Feita a exegese, se o resultado obtido contrariar os princípios fundamentais da Bíblia, ele deve ser colocado de lado e o trabalho exegético recomeçado novamente.



Nota
Definição de Exegese: Guiar para fora dos pensamentos que o escritor tinha quando escreveu um dado documento, isto é, literalmente significa "tirar de dentro para fora", interpretar

AS DISPENSAÇÕES

 A primeira dispensação é chamada de Dispensação da Inocência (Gênesis 1:28-30 e 2:15-17). Esta dispensação abrangeu o período de Adão e Eva no Jardim do Éden. Nesta dispensação, os mandamentos de Deus eram (1) povoar a terra, (2) dominar a terra, (3) ter domínio sobre os animais, (4) cuidar do jardim, e (5) abster-se de comer o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Deus advertiu contra o castigo da morte física e espiritual por desobediência. Esta dispensação foi curta. Ela foi levada ao fim pela desobediência de Adão e Eva em comer o fruto proibido e sua expulsão do jardim.

A segunda dispensação é chamada de Dispensação da Consciência, e durou cerca de 1.656 anos a partir do momento da expulsão de Adão e Eva do jardim até e o dilúvio (Gênesis 3:8 - 8:22). Esta dispensação demonstra o que a humanidade fará se abandonada à sua própria vontade e consciência, as quais foram contaminadas pela natureza do pecado herdado. Os cinco principais aspectos desta dispensação são: 1) uma maldição sobre a serpente, 2) uma mudança na condição da mulher e gravidez, 3) uma maldição sobre a natureza, 4) a imposição de trabalho sobre a humanidade para produzir alimentos, e 5) a promessa de Cristo como a semente que ferirá a cabeça da serpente (Satanás).

A terceira dispensação é a Dispensação do Governo Humano, a qual começou em Gênesis 8. Deus tinha destruído a vida na terra com um dilúvio, salvando apenas uma família para reiniciar a raça humana. Deus fez as seguintes promessas e comandos para Noé e sua família:

A quarta dispensação, chamada de Dispensação da Promessa, começou com a chamada de Abraão, continuou através das vidas dos patriarcas e terminou com o Êxodo do povo judeu do Egito, um período de aproximadamente 430 anos. Durante esta dispensação, Deus desenvolveu uma grande nação que Ele havia escolhido como o Seu povo (Gênesis 12:1-Êxodo 19:25).

 A quinta dispensação é chamada de Dispensação da Lei. Durou quase 1.500 anos, do Êxodo até ser suspensa após a morte de Jesus Cristo. Esta dispensação continuará durante o Milênio, com algumas modificações. Durante a Dispensação da Lei, Deus lidou especificamente com a nação judaica através da Aliança Mosaica, ou a Lei, encontrada em Êxodo 19-23. A dispensação envolvia a adoração no templo dirigida pelos sacerdotes, com mais direção dada através dos porta-vozes de Deus, os profetas. Eventualmente, devido à desobediência do povo à aliança, as tribos de Israel perderam a Terra Prometida e foram submetidas à escravidão.

A sexta dispensação, a que vivemos hoje, é a Dispensação da Graça. Ela começou com a Nova Aliança no sangue de Cristo (Lucas 22:20). Esta "Era da Graça" ou "Era da Igreja" ocorre entre a semana 69 e 70 de Daniel 9:24. Ela começa com a morte de Cristo e termina com o arrebatamento da igreja (1 Tessalonicenses 4). Esta dispensação é mundial e inclui tanto os judeus quanto os gentios. A responsabilidade do homem durante a Dispensação da Graça é crer em Jesus, o Filho de Deus (João 3:18). Nesta dispensação, o Espírito Santo habita os crentes como o Consolador (João 14:16-26). Esta dispensação tem durado mais de 2.000 anos, e ninguém sabe quando vai acabar. Sabemos, no entanto, que acabará com o arrebatamento da terra ao céu, com Cristo, de todos os crentes nascidos de novo. Após o arrebatamento, teremos os juízos de Deus com a duração de sete anos.

A sétima dispensação é chamada do Reino Milenar de Cristo e terá a duração de 1.000 anos enquanto o próprio Cristo reina sobre a terra. Este Reino cumprirá a profecia para a nação judaica de que Cristo voltará e será o seu rei. As únicas pessoas autorizadas a entrar no Reino são os crentes nascidos de novo durante a Idade da Graça e os sobreviventes justos dos sete anos de tribulação. Nenhuma pessoa descrente terá acesso a este reino. Satanás é preso durante os 1.000 anos. Este período termina com o julgamento final (Apocalipse 20:11-14). O velho mundo é destruído pelo fogo, e o Novo Céu e Nova Terra de Apocalipse 21 e 22 começarão.

Haja vista que há uma grande polêmica a respeito de Natal ou nascimento de Cristo Jesus, Natal ou data natalícia comemora-se nascimento no entanto o que não temos é a data correta do nascimento de Jesus mas, em  contrapartida vivemos num país onde se comemora no dia 25 de dezembro ou seja patriotismo, o que não devemos é deixar nos levar pelo paganismo e comemorar o verdadeiro espírito Natalino que é o amor ao próximo na missão de ensinar ao próximo sendo exemplo, o que eu proponho aqui é que nossos mestres nos conduza a um esclarecimento que traga edificação. No mais peço que aceitem minhas escusas por tal linha de pensamento. No mais fiquem da paz de Cristo Jesus

Com relação ao natal, fico com o que já ouvi de inúmeros pastores (igrejas tradicionais/pentecostais):
➡ Primeiro sabemos que Jesus Cristo, não nasceu em 25 de dezembro....FATO
➡ Segundo, devemos saldar sim onascimento do nosso Salvador, e dia 25 pode ser uma excelente oportunidade de cristãos além de pregarem e falarem do Messias o Deus vivo, fazer algo por seu semelhante.
Muitos gostam ou querem, ou ainda condenam como se ocristão estivesse vivênciando o que o mundo vivência, o nascimento do menino Jesus, não somos marionetes ou fantoches destes que criticam e muitas vezes com bases  e dados históricos.
Deus conhece o coração meu ede cada cristãos e sabe muito bem que não estamos participando de uma festa só porque todos estão.
Há é uma festa paga, não estou nesta, minha casa por exemplo não tem árvore de Natal, pois não gosto, não tem guirlanda, idem.
Naquilo que há unidade e não dissensão, nos unamos e não nos deixemos levar por estes que simplesmente condenam ou acreditam que evangélicos são de outro mundo.
Se Jesus, quando veio aeste mundo; Deus se alegrou, o céu e anjos idem, magos levaram presentes ao Rei que nascia.
A data é um mero detalhe, que se Deus quisesse poderia ter deixado registrado em sua Palavra.
Não o fez, então fuja de discussões tolas, presentei não com o passageiro do mundo, leve Cristo.
Ofereça uma Bíblia, dê de presente um devocional diário, faça a diferença; o mundo está sedento de Jesus.
Ofereçam isso, eu peço aos irmãos em nome de Jesus.
❤ ORAÇÃO&AÇÃO ❤